Mãe orangotango com o seu bebê. A fêmea tem cria no alto das árvores e depois carrega consigo pelas copas o filhote, firmemente agarrando o corpo dela.
Mãe e filhote de gorila. Esses gorilas vivem em grupos familiares com um macho dominante, 5 a 7 fêmeas adultas, membros mais jovens da família e ás vezes alguns machos subordinados. O bebê-gorila divide o ninho com a mãe e por uns quatro anos permanece com ela, até a chegada do próximo filhote.
A vasta maioria dos animais se cria sem qualquer espécie de cuidado parental. Os vertebrados, peixes, répteis e anfíbios, na maioria, nunca chegaram a conhecer os pais. A sobrevivência deles depende do instinto e, ao crescerem, de experiência adquirida por erro e acerto. O cuidado paterno é mais prevalente entre os mamíferos e, em grau menor, entre as aves, cujos filhotes nascem, em geral, num estágio em que estão capacitados a cuidar de si.
A espessa pel
agem do urso polar o mantém aquecido quando resolve fazer a sesta sobre o gelo. Os ursos polares hibernam em covis cobertos de neve durante o inverno. Nesse período a fêmea tem de dois a três filhotes que emergem com ela na primavera. Aqui a mamãe urso descansa sobre o gelo, com o filhote agasalhado ao corpo.
O panda vermelho ( ou panda pequeno ) descansa em galhos de árvores, onde está a salvo dos predadores. Com frequência se delicia ao calor do sol na copa das árvores. A fêmea faz o ninho num oco de árvore forrado de vegetação macia, como folhas e musgo. De pernas penduradas, este animal parece especialmente relaxado.
A raposa cinzenta é ativa á noite e descansa de dia em tocas ou árvores. É a única espécie de raposa que sobe em árvores. Mesmo ao dormir mantém as orelhas pontudas atentas aos ruídos ambientais, e reage depressa a qualquer ameaça.
Os felinos têm fama de não gostar de água, mas os tigres são exceções que confirmam a regra. Eles gostam de ficar na água -- é um bom lugar para relaxar e se refrescar no clima quente da selva.